Líbano: a primeira e a segunda opções do terror
Está consumado. Israel manterá uma zona de segurança no Sul do Líbano, com extensão ainda a ser decidida, de 3 km a 10 km, e vai esperar que chegue, então, a força da ONU para auxiliar na patrulha, sem abrir mão de manter o controle da área. Está certo. O país abriga um exército inimigo que, do nada, invadiu o seu território, matou oito soldados e seqüestrou outros dois. Qual a reivindicação? Não sei. No Brasil, creio que só o Emir Sader saiba. Mas eu não vou ler. Se me sobrasse tempo, preferiria ficar estourando aquelas bolhinhas de ar de plástico de embalagem. Até onde entendo, são terroristas e têm de ser perseguidos e mortos. Rezarei por suas almas. Não enquanto estiverem vivos e matando pessoas. É assim que funciona.
“Ah, aconteceu o que o terror queria!!!”. Não duvidem. Com o prestimoso auxílio do Hamas no governo da Autoridade Nacional Palestina, qualquer avanço em relação à Cisjordânia está descartado, e a Faixa de Gaza agora vive sob cerco de novo. Pronto: se não existem razões para o martírio, criemo-las! É assim que eles são. O pacifismo de miolo mole então clama: “Mas por que essa força exagerada?” E qual seria a força moderada? Nem mesmo a obviamente ação agressiva de Israel impede o Hizbollah de continuar a jogar foguetes em Israel. Eles dão mostras de recuar? Não. Prometem usar agora outros de mais longo alcance.
Sabem o que isso significa? No tempo em que o Israel ficou fora do Líbano, em vez de se estar construindo a paz, estava-se tramado a guerra. Os terroristas xiitas, financiados por Irã e pela Síria, estavam comprando e estocando armamentos, renovando seu arsenal para... destruir Israel, ora essa. É por isso que eles existem. É por isso que existe o seu congênere sunita no governo da própria ANP. Claro, na hipótese de acontecer o que os dois grupos desejam — todos os israelenses fuzilados, afogados ou queimados —, aí eles começariam a se matar entre si.
Ou não é rigorosamente isso o que se vê no Iraque? Sunitas matam xiitas, xiitas matam sunitas, e ambos se juntam para matar soldados americanos. Na cabeça dos perturbados, a culpa é toda de George W. Bush. A Síria, diga-se, que também financia os Hyzbollah, degolaria qualquer força xiita que surgisse em seu país. Mas, todos afirmam, o Islã é pacífico. Vai ver é mesmo. O Islamismo está virando a versão contemporânea do “socialismo”, lembram? O real era uma merda, mas o da teoria, aquele nunca realizado, era um espetáculo, com seus rios de leite e mel.
Era o que os terroristas queriam? Era, sim. Mas esta é apenas a sua segunda opção. A primeira continua a ser destruir Israel.
“Ah, aconteceu o que o terror queria!!!”. Não duvidem. Com o prestimoso auxílio do Hamas no governo da Autoridade Nacional Palestina, qualquer avanço em relação à Cisjordânia está descartado, e a Faixa de Gaza agora vive sob cerco de novo. Pronto: se não existem razões para o martírio, criemo-las! É assim que eles são. O pacifismo de miolo mole então clama: “Mas por que essa força exagerada?” E qual seria a força moderada? Nem mesmo a obviamente ação agressiva de Israel impede o Hizbollah de continuar a jogar foguetes em Israel. Eles dão mostras de recuar? Não. Prometem usar agora outros de mais longo alcance.
Sabem o que isso significa? No tempo em que o Israel ficou fora do Líbano, em vez de se estar construindo a paz, estava-se tramado a guerra. Os terroristas xiitas, financiados por Irã e pela Síria, estavam comprando e estocando armamentos, renovando seu arsenal para... destruir Israel, ora essa. É por isso que eles existem. É por isso que existe o seu congênere sunita no governo da própria ANP. Claro, na hipótese de acontecer o que os dois grupos desejam — todos os israelenses fuzilados, afogados ou queimados —, aí eles começariam a se matar entre si.
Ou não é rigorosamente isso o que se vê no Iraque? Sunitas matam xiitas, xiitas matam sunitas, e ambos se juntam para matar soldados americanos. Na cabeça dos perturbados, a culpa é toda de George W. Bush. A Síria, diga-se, que também financia os Hyzbollah, degolaria qualquer força xiita que surgisse em seu país. Mas, todos afirmam, o Islã é pacífico. Vai ver é mesmo. O Islamismo está virando a versão contemporânea do “socialismo”, lembram? O real era uma merda, mas o da teoria, aquele nunca realizado, era um espetáculo, com seus rios de leite e mel.
Era o que os terroristas queriam? Era, sim. Mas esta é apenas a sua segunda opção. A primeira continua a ser destruir Israel.

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