Eleições e Reflexões
QUE SEJA DITO... O BRASIL NÃO É SÉRIO!
O Brasil é um país ímpar quando comparado a qualquer outro! Nos primeiros anos da formação escolar, as crianças (aquelas que conseguem estudar) aprendem que sua nação é “gigante pela própria natureza, bela, forte, e o futuro espelha grandeza...” É muito ufanismo para a infância e o hino harmonioso, soa como propaganda enganosa. Os pais desses meninos e meninas deveriam procurar o PROCON e exigir o cumprimento total dos seus direitos de consumidor.
O Brasil Brasileiro pode ser comparado a uma empresa de porte colossal: impávido e colosso! Ele vende, compra, cobra e fornece serviços à sociedade. Uma minoria (Elite) dos consumidores é contemplada com serviços de qualidade. A parte restante (Zé Povinho) fica ao “Deus Dará”. O faturamento da citada “Empresa-Brasil” ocorre na forma de arrecadação de impostos. Vários tributos são injustos, e lembram cascatas progressivas. Outros são necessários à sobrevivência da máquina (dragão ineficiente) empresarial. O cidadão que habita esta terra possui um contrato especial que lhe dá direitos como acionista e cliente no Brasil Brasileiro. Este documento chama-se “Constituição”. Nela, constam as regras comerciais, políticas e de crescimento social, com direitos e deveres iguais para todos. É simples, objetiva e moderna.
Para a perfeita engrenagem, a máquina empresarial (dragão eficiente - formado por pessoas integradas a um espaço físico continental) necessita de uma administração à altura. É necessária a presença de indivíduos competentes! A forma de escolha desses indivíduos é chamada de “Eleição” e o “Voto” (embora com pouca consciência política) é democrático. Todos os sócios (também habitantes) da “Empresa-Nação” podem concorrer aos cargos de maior prestígio, mas, só alguns privilegiados chegam ao poder total. Qual o segredo? Os dirigentes que cansam da ambição momentânea trocam de cargo na “Empresa-Brasil”. É como se os cargos disponíveis tivessem a mesma importância que as calças, cuecas e meias! Diversas vezes, seus herdeiros (familiares) dão seqüência na escala empresarial. Eles se julgam donos absolutos e acionistas majoritários. Vale lembrar que os rios, a costa marítima, o ar, as riquezas minerais (petróleo, ouro, ferro e outros) e a fauna e flora, pertencem a todos os brasileiros nascidos ou naturalizados, como garante o contrato maior: a “Constituição”.
O que se vê é desastroso! Os olhos críticos conseguem perceber que poucos têm seus direitos preservados na “Empresa-Nação”. A grande maioria recebe cotas (mesmo no sucesso empresarial) em forma de salários-mínimos (é uma vergonha!), desemprego, poluição urbana e ambiental, doenças primárias, falta de moradia no campo e cidades, educação deficiente e tantas outras formas de “cotas”, que lembram as antigas senzalas. Algo está errado na forma como se pratica a moderna “Democracia”!
Quem vê algumas filiais da “Empresa-Brasil”, fica boquiaberto! As torres dos prédios são luxuosas; os pisos em mármore e a organização física e empresarial, quase perfeitos. Seus gerentes e diretores têm à sua disposição, motoristas particulares, jatinhos e uma legião de subalternos. Geralmente moram em mansões ou apartamentos de condomínios fechados nas melhores áreas urbanas das cidades brasileiras. Comem e bebem nos melhores restaurantes e não percebem a variação do câmbio, ou mesmo, quando a inflação promete uma guerra de nervos! É estranho... Não acham?
Está na hora dos sócios (o povo brasileiro) da “Empresa-Brasil” (através do “Voto”) solicitarem uma auditoria completa em todos os setores, públicos ou privados, para que as futuras “cotas” que serão destinadas às crianças, que hoje escutam o Hino Nacional Brasileiro, não sejam mal administradas e continuem sendo distribuídas como “esmolas”! Para que serve a Democracia? Talvez como arma dos acionistas lesados!
O Brasil é um país ímpar quando comparado a qualquer outro! Nos primeiros anos da formação escolar, as crianças (aquelas que conseguem estudar) aprendem que sua nação é “gigante pela própria natureza, bela, forte, e o futuro espelha grandeza...” É muito ufanismo para a infância e o hino harmonioso, soa como propaganda enganosa. Os pais desses meninos e meninas deveriam procurar o PROCON e exigir o cumprimento total dos seus direitos de consumidor.
O Brasil Brasileiro pode ser comparado a uma empresa de porte colossal: impávido e colosso! Ele vende, compra, cobra e fornece serviços à sociedade. Uma minoria (Elite) dos consumidores é contemplada com serviços de qualidade. A parte restante (Zé Povinho) fica ao “Deus Dará”. O faturamento da citada “Empresa-Brasil” ocorre na forma de arrecadação de impostos. Vários tributos são injustos, e lembram cascatas progressivas. Outros são necessários à sobrevivência da máquina (dragão ineficiente) empresarial. O cidadão que habita esta terra possui um contrato especial que lhe dá direitos como acionista e cliente no Brasil Brasileiro. Este documento chama-se “Constituição”. Nela, constam as regras comerciais, políticas e de crescimento social, com direitos e deveres iguais para todos. É simples, objetiva e moderna.
Para a perfeita engrenagem, a máquina empresarial (dragão eficiente - formado por pessoas integradas a um espaço físico continental) necessita de uma administração à altura. É necessária a presença de indivíduos competentes! A forma de escolha desses indivíduos é chamada de “Eleição” e o “Voto” (embora com pouca consciência política) é democrático. Todos os sócios (também habitantes) da “Empresa-Nação” podem concorrer aos cargos de maior prestígio, mas, só alguns privilegiados chegam ao poder total. Qual o segredo? Os dirigentes que cansam da ambição momentânea trocam de cargo na “Empresa-Brasil”. É como se os cargos disponíveis tivessem a mesma importância que as calças, cuecas e meias! Diversas vezes, seus herdeiros (familiares) dão seqüência na escala empresarial. Eles se julgam donos absolutos e acionistas majoritários. Vale lembrar que os rios, a costa marítima, o ar, as riquezas minerais (petróleo, ouro, ferro e outros) e a fauna e flora, pertencem a todos os brasileiros nascidos ou naturalizados, como garante o contrato maior: a “Constituição”.
O que se vê é desastroso! Os olhos críticos conseguem perceber que poucos têm seus direitos preservados na “Empresa-Nação”. A grande maioria recebe cotas (mesmo no sucesso empresarial) em forma de salários-mínimos (é uma vergonha!), desemprego, poluição urbana e ambiental, doenças primárias, falta de moradia no campo e cidades, educação deficiente e tantas outras formas de “cotas”, que lembram as antigas senzalas. Algo está errado na forma como se pratica a moderna “Democracia”!
Quem vê algumas filiais da “Empresa-Brasil”, fica boquiaberto! As torres dos prédios são luxuosas; os pisos em mármore e a organização física e empresarial, quase perfeitos. Seus gerentes e diretores têm à sua disposição, motoristas particulares, jatinhos e uma legião de subalternos. Geralmente moram em mansões ou apartamentos de condomínios fechados nas melhores áreas urbanas das cidades brasileiras. Comem e bebem nos melhores restaurantes e não percebem a variação do câmbio, ou mesmo, quando a inflação promete uma guerra de nervos! É estranho... Não acham?
Está na hora dos sócios (o povo brasileiro) da “Empresa-Brasil” (através do “Voto”) solicitarem uma auditoria completa em todos os setores, públicos ou privados, para que as futuras “cotas” que serão destinadas às crianças, que hoje escutam o Hino Nacional Brasileiro, não sejam mal administradas e continuem sendo distribuídas como “esmolas”! Para que serve a Democracia? Talvez como arma dos acionistas lesados!

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